quinta-feira, 25 de junho de 2009

Sempre ao meu lado






Sempre ao meu lado
Marisa Barrionuevo

Vou te levar pro meu mundo,
Vou te mostrar meu coração.
Vou te levar
Pra realidade da nossa canção,
Terei você sempre ao meu lado

E a cada dia que acordar
Não temerá a velhice.
Vai desejar viver mais,
Sempre ao meu lado.

Eu vou te mostrar
O que é a alegria de viver
Não temerá meu coração
Nem mesmo as minhas razões.
Sempre ao meu lado.

Para cada encontro dos nossos olhares
Terá a certeza que viver é uma dádiva,
Para cada som dos nossos risos
Irá bendizer nossos dias.
Sempre ao meu lado

Porque eu te amo
E sei que posso te fazer feliz
E te quero assim
Sempre ao meu lado

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Em ti




Em ti
Marisa Barrionuevo

Leio-te.
Visualizo,
Escrevo,
Apago.
Fecho os olhos,
Sonho,
Descrevo-te.
Nasce poesia.


Quero
Marisa Barrionuevo.

Quero minhas janelas abertas
Sem medo da poeira.
Quero minhas janelas abertas.
Par a par, uma a uma.
Quero em minhas janelas
O vento úmido da primavera.

Quero em minha varanda
A brisa úmida
Que arma os meus cabelos,
Quero em minha varanda
A brisa úmida
Que anuncia a chuva em minha janela.

Quero em minha casa
A chuva que lava os telhados
E purifica o ar.
Quero em minha pele
O ar úmido e perfumado das manhãs.

Quero em minha vida
Toda doçura dos teus sonhos.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Noite chuvosa



Noite chuvosa.
Marisa Barrionuevo
Sinto tua ausência nesta noite chuvosa.
Sinto falta da tua voz,
Do teu olhar que conheço tão bem,
Da tua forma de me amar.

Onde estão teus pensamentos nesta noite nebulosa?
Onde está a tua calma, a tua alegria de viver?

Quero de volta o brilho do teu olhar,
O encanto da tua presença.

Caminho pelo jardim em busca de respostas
Ouço o canto do Urutau,
Sinto as gotas da chuva.
Não encontro respostas,
Não sinto tua luz em meu ser.

Caminho em uma busca sem fim,
Não sei se me aproximando de ti
Ou me perdendo de mim.

[red]Marisa e suas poesias...
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=44033244

sábado, 25 de outubro de 2008

Tempo de existir


Tempo de existir.
Marisa Barrionuevo


Raios, trovões, chuva.

Ventos de uma grande tempestade,

Nuvens negras se aproximam.

Essa chuva que sempre me fascina

Hoje me amedronta.

Fico estática, quero alguém que me dê a mão.

Fecho os olhos, um raio cai perto de mim.

Os ventos querem me levar.

Meu corpo luta contra o vento

Luto, não me entrego facilmente

A qualquer momento a tempestade vai passar.

Vai passar, vai passar, vai passar.

Tudo deixará de ser tormento,

Virá a calmaria.

Não tenho medo de chuva leve.

Não tenho medo que ela me leve.

O sol vai brilhar novamente,

A tormenta se afastará aos poucos

Vou sentir-me mais forte.

Irei juntar-me ao vento.

Brisa leve em minha pele,

Cheiro de terra molhada.

Chuva que lava a terra,

Renova a vida.

Torna-se serena.

Serenidade.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Um poeta (dueto)


Um poeta
Dueto:
Loira do Bem e Marisa Barrionuevo
um poeta sempre está apaixonado,
um poeta vive com a mente voltada para a lua
um poeta vive de fases, de amores, desamores,
mas sempre apaixonado por tudo e todos
sem estar na verdade por ninguém

Um poeta sempre está apaixonado
às vezes por uma estrela
às vezes por uma ventania
sempre amores, sempre amores
Todo poeta se revela ao se esconder
nas frases de um poema.

Um poeta sempre está enclausurado
ás vezes numa estrada
às vezes na sintonia
sempre flores, sempre flores
e todo poeta se resguarda ao se esconder
nos versos tristes de um poema,

Um bom poeta versa às estrelas
e crê em sua consciência,
Faz da ausência palavras,
faz da dor repetição,
faz das palavras eternidade.
Todo poeta se mostra inquieto
ao se mostrar em um poema.